Minha última viagem de lazer foi o Rio de Janeiro. Passei somente três dias lá, mas deu pra conhecer maior parte das "atrações" turísticas. Infelizmente visitei a Cidade Maravilhosa numa de suas piores épocas do ano, quando tudo fica sob neblina e a chuva ameaça cair a qualquer momento, porém, não foi nada que escondesse sua beleza natural e revelasse que é única em muitos sentidos.
Como chegamos bem cedo (eu e meu pai), só deixamos nossas malas no hotel em fomos curtir o que dava. Tentamos ir na Confeitaria Colombo, mas estava fechada, então nosso motorista Vieira soltou: "porque vocês não sobem no bondinho de Santa Teresa? É um bom passeio". E, realmente, ele não estava mentindo. Entre sobes e... sobes do morro vemos várias casinhas que parecem ser bem antigas, mas bem cuidadas. Nessa parte temos a impressão de estar voltando no tempo e vendo o que pessoas viram qu
ando essa cidade começou a ganhar fama de Cidade Maravilhosa, a qual nunca perdeu. Quando voltamos, a Confeitaria estava aberta e partimos pra comer, porque ninguém é de ferro.
Após isso, batemos pernas no Centro. Encontramos uma mega-store da Saraiva (e nos acabamos lá), o Centro Cultural Banco do Brasil e, por último, a Igreja da Candelária (aquela mesma da chacina, há alguns anos atrás). E agora? Porque não o Cristo? Pô, mas o clima tá ruim... Não tem problema. E fomos...
Isso foi o que conseguimos enxergar:
Não comento nada sobre ver a cidade.
De noite rolou o Porcão. Aliás, tenho uma teoria: tenho CERTEZA que eles colocam aquela carne de molho no amaciante ¬¬.
Como chegamos bem cedo (eu e meu pai), só deixamos nossas malas no hotel em fomos curtir o que dava. Tentamos ir na Confeitaria Colombo, mas estava fechada, então nosso motorista Vieira soltou: "porque vocês não sobem no bondinho de Santa Teresa? É um bom passeio". E, realmente, ele não estava mentindo. Entre sobes e... sobes do morro vemos várias casinhas que parecem ser bem antigas, mas bem cuidadas. Nessa parte temos a impressão de estar voltando no tempo e vendo o que pessoas viram qu
ando essa cidade começou a ganhar fama de Cidade Maravilhosa, a qual nunca perdeu. Quando voltamos, a Confeitaria estava aberta e partimos pra comer, porque ninguém é de ferro.Após isso, batemos pernas no Centro. Encontramos uma mega-store da Saraiva (e nos acabamos lá), o Centro Cultural Banco do Brasil e, por último, a Igreja da Candelária (aquela mesma da chacina, há alguns anos atrás). E agora? Porque não o Cristo? Pô, mas o clima tá ruim... Não tem problema. E fomos...
Isso foi o que conseguimos enxergar:
Não comento nada sobre ver a cidade.De noite rolou o Porcão. Aliás, tenho uma teoria: tenho CERTEZA que eles colocam aquela carne de molho no amaciante ¬¬.
Meu seg
undo dia foi completamente solitário. Enquanto meu pai partiu pro seu objetivo de viagem (não, ele não foi somente visitar o Rio; estava a trabalho), fiquei rondando pela praia de Ipanema, onde aliás, fiquei hospedada (em frente ao Posto 9). Cheguei até o Arpoador e voltei. Resolvi caminhar pelas ruas. Descobri váááárias bacanas, com lojas que curto. O último lugar que parei foi o Shopping Leblon, onde sentei pra curtir
um Frapuccino no Starbucks e escrever no meu "diário de bordo". Quando meu pai chegou pra me buscar, passeamos mais um pouco, e ele ficou cantando várias músicas com ruas que a gente encontrava... Jantamos uma pizzaria chamada Capricciosa que, de acordo com a Vejinha Rio, tinha a melhor pizza da cidade. Não mentiram, era boa mesmo!
No tercei
ro e último dia fomos ver o que nos interessava na parte de esporte. Fomos atéééééé o Maracanã e eu consegui entender o que me diziam o quanto aquilo ali deveria ser emocionante lotado (apesar de estar completamente vazio). Mas o estádio está nas últimas, totalmente desatualizado e ninguém quer meter o dedo pra ajeitar aquilo. Uma pena. E, falando em ajeitar, a Madonna estragou o gramado do lugar. O problema vai ser pra consertar, né...
Dali fomo ver o clube de um certo time da Gávea. TINHA que passar por lá, né?! Dizer que visitei. Mas, assim como me senti em relação à estrutura do
Maraca, achei que aquilo ali tá deplorável. Deviam passar pelo menos um polimento nos quinze mil troféus que tem lá! Pelo menos ganhei meu presente de natal xD
Saímos e fomos almoçar no Shopping Leblon (sim, fomos lá de novo). Comemos no Ráscal. Ai, que saudades daquela pizza...
Bem, foi daí pro hotel, do hotel pro Galeão e do Galeão pro Eduardo Gomes. Uma viagem curta, mas com muito conhecimento.
O Rio é assim: uma cidade que nunca vai se encontrar em canto algum. É de uma topografia estranha, que eu nunca vi na vida! Me lembrei que quando li Benjamin, do Chico Buarque, não conseguia imaginar o local onde o personagem morava. Hoje entendo porque isso não dava muito certo.
A cidade é cheia de pessoas bonitas e descontraídas. É alegre mesmo em tempos ruins. Não é à toa que muitos artistas que vieram ao Brasil amaram o lugar. Aliás, não é por acaso que os turistas só ouvem falar do Rio. É, o Rio de Janeiro continua lindo e eu vou, com certeza, voltar lá mais vezes.
Abraços,
AngelinaCosta.
Ps.: esse post tô dedicando ao Ricardo, que sempre me encheu o saco pra visitar o Rio e me fez a cabeça de que lá era um lugar legal. Realmente, querido, você não me enganou! IAEUHAEIUHAE. Beijão!
undo dia foi completamente solitário. Enquanto meu pai partiu pro seu objetivo de viagem (não, ele não foi somente visitar o Rio; estava a trabalho), fiquei rondando pela praia de Ipanema, onde aliás, fiquei hospedada (em frente ao Posto 9). Cheguei até o Arpoador e voltei. Resolvi caminhar pelas ruas. Descobri váááárias bacanas, com lojas que curto. O último lugar que parei foi o Shopping Leblon, onde sentei pra curtir
um Frapuccino no Starbucks e escrever no meu "diário de bordo". Quando meu pai chegou pra me buscar, passeamos mais um pouco, e ele ficou cantando várias músicas com ruas que a gente encontrava... Jantamos uma pizzaria chamada Capricciosa que, de acordo com a Vejinha Rio, tinha a melhor pizza da cidade. Não mentiram, era boa mesmo!No tercei
ro e último dia fomos ver o que nos interessava na parte de esporte. Fomos atéééééé o Maracanã e eu consegui entender o que me diziam o quanto aquilo ali deveria ser emocionante lotado (apesar de estar completamente vazio). Mas o estádio está nas últimas, totalmente desatualizado e ninguém quer meter o dedo pra ajeitar aquilo. Uma pena. E, falando em ajeitar, a Madonna estragou o gramado do lugar. O problema vai ser pra consertar, né...Dali fomo ver o clube de um certo time da Gávea. TINHA que passar por lá, né?! Dizer que visitei. Mas, assim como me senti em relação à estrutura do
Maraca, achei que aquilo ali tá deplorável. Deviam passar pelo menos um polimento nos quinze mil troféus que tem lá! Pelo menos ganhei meu presente de natal xDSaímos e fomos almoçar no Shopping Leblon (sim, fomos lá de novo). Comemos no Ráscal. Ai, que saudades daquela pizza...
Bem, foi daí pro hotel, do hotel pro Galeão e do Galeão pro Eduardo Gomes. Uma viagem curta, mas com muito conhecimento.
O Rio é assim: uma cidade que nunca vai se encontrar em canto algum. É de uma topografia estranha, que eu nunca vi na vida! Me lembrei que quando li Benjamin, do Chico Buarque, não conseguia imaginar o local onde o personagem morava. Hoje entendo porque isso não dava muito certo.
A cidade é cheia de pessoas bonitas e descontraídas. É alegre mesmo em tempos ruins. Não é à toa que muitos artistas que vieram ao Brasil amaram o lugar. Aliás, não é por acaso que os turistas só ouvem falar do Rio. É, o Rio de Janeiro continua lindo e eu vou, com certeza, voltar lá mais vezes.
Abraços,
AngelinaCosta.
Ps.: esse post tô dedicando ao Ricardo, que sempre me encheu o saco pra visitar o Rio e me fez a cabeça de que lá era um lugar legal. Realmente, querido, você não me enganou! IAEUHAEIUHAE. Beijão!

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